Muito se fala em experiência do cliente, ou seja, em criar estratégias para que o consumidor tenha uma boa jornada de compras e se mantenha fiel. Afinal, você deve lembrar de uma ótima experiência de atendimento e, com certeza, também tem péssimas histórias para contar. Mas hoje vamos falar sobre a experiência do colaborador.
Há tempos que o setor de Recursos Humanos (RH) vem se reinventado e se adaptando aos novos tempos e às novas exigências.
Se antes o foco era a gestão de contratações e tarefas burocráticas, hoje é preciso traçar estratégias para um ambiente empresarial harmônico, com diversidade e cheio de talentos engajados.
É um desafio, não é mesmo? Por isso, precisamos colocar em prática a experiência do colaborador.
Vamos lá!
O que é experiência do colaborador?
Vamos relembrar rapidamente o que é a experiência do colaborador, que também é chamada de employee experience.
A experiência do colaborador é um conjunto de estratégias que o RH precisa adotar na empresa para que os talentos não queiram sair e a empresa cresça. O conceito pode parecer simples, mas trata-se de um grande desafio, não é mesmo?
Isso é possível ao se criar um conjunto de percepções positivas que cada colaborador tem ao longo da sua jornada, seja ela durante um processo seletivo, na sua rotina do dia a dia, ao acessar informações ou participar de atividades pontuais.
A experiência do colaborador é construída nos diferentes canais de relacionamento, como o site, espaços físicos, recepção, vestiário, refeitórios, até o momento do seu desligamento.
Na experiência do colaborador, todos os funcionários, de todos os setores, sabem de sua importância e se sentem engajados na empresa. Isso porque:
- A empresa sabe se comunicar com os colaboradores (e sabe ouvi-los);
- Ela cuida de verdade das experiências positivas na rotina do trabalho (e não apenas para ter uma boa reputação no mercado);
- Ela não oferece apenas um bom ambiente de trabalho, mas entrega uma verdadeira experiência alinhada à cultura organizacional e ao crescimento profissional.
Em resumo: na experiência do colaborador, ele é tão bem tratado quanto os clientes devem ser – afinal, eles são os primeiros clientes da empresa, não é mesmo?
Vale a pena destacar que as ações de employee branding não tratam apenas dos pontos que devem ser melhorados, mas também do reforço dos pontos positivos e diferenciais de uma organização ou cultura.
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Por que o RH precisa investir na experiência do colaborador?
O investimento na experiência do colaborador é uma verdadeira construção da identidade da própria empresa e reforço dos pontos essenciais da sua cultura organizacional.
Quando existe um plano para melhorar essa experiência, aumentam as chances de retenção dos talentos e do engajamento da equipe com o propósito do negócio. Afinal, um bom ambiente organizacional gera o senso de pertencimento na equipe e maior engajamento.
Outros benefícios da experiência do colaborador são:
- Aumento da produtividade: se a empresa cuida dos colaboradores, cria-se uma espécie de reciprocidade e, consequentemente, melhores resultados nos processos.
- Atração e retenção de melhores profissionais: empresas que se destacam por oferecer um bom ambiente de trabalho e crescimento certamente atraem mais talentos.
- Diminuição do turnover: a cada nova geração que ingressa no mercado de trabalho, é cada vez mais desafiador criar estratégias para diminuir os índices de rotatividade da empresa. A experiência do colaborador vai de encontro a essa necessidade.
- Fortalecimento da cultura organizacional: uma empresa que entende e fortalece os comportamentos, ritos e símbolos que fazem parte da cultura, potencializa em suas ações internas e externas seu posicionamento, ampliando resultados.
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Como o RH pode implementar a experiência do colaborador na empresa?
Em primeiro lugar, cabe ao RH entender quais são os pilares da experiência do colaborador na empresa. As estratégias estão baseadas em:
1. Cuidar de gente
Quais são os seus indicadores relacionados ao bem-estar, satisfação e produtividade das pessoas? Começar pelo mapeamento da jornada dos seus colaboradores pode acelerar a implementação de melhorias.
Portanto, o que pode ser feito e corrigido nesse quesito? Como está o feedback? Os colaboradores também são ouvidos? Como eles conseguem se desenvolver profissionalmente dentro da empresa?
Aliás, não se esqueça também de criar estratégias para um onboarding (boas-vindas) melhor para os novos talentos da empresa. Essa primeira impressão também faz toda a diferença no processo de adaptação.
2. Apoiar lideranças em seu próprio processo de adaptação
As lideranças também precisam ser acolhidas no processo de experiência do colaborador.
Treinamentos e feedbacks são importantes durante a fase de implementação, pois assim ficará mais fácil engajar o restante da equipe, já que a liderança está motivada e preparada.
3. Atrair talentos e reter talentos com diversidade e inclusão
Outro ponto importante: além de atrair e reter talentos, o RH precisa investir também na diversidade e na inclusão de diferentes colaboradores.
É justamente essa mistura de diferentes pensamentos, culturas, experiências e modos de vida que darão o tom da cultura organizacional, trará ideias inovadores e fortalecerá o propósito da empresa.
4. Evoluir a cultura organizacional
Por fim, todas as ações anteriores ajudam a fortalecer a cultura organizacional. No entanto, vale a pena dar uma revisada na missão, na visão e nos valores da empresa para aprimorar para fortalecer a cultura interna.
Em todas essas ações, aqui na Farofa, somos especialistas em ajudar as empresas a organizarem seus processos, traçar objetivos e fortalecer a cultura organizacional. Acredite: é possível e os resultados podem ser excelentes!
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